Destaque #Teen Wolf

Review “Teen Wolf” 6×13 | Dirigido por Tyler Posey, episódio teve uma missão “sem pé nem cabeça”

Mais um capítulo de “Teen Wolf” foi eliminado e isso significa que só temos mais 7 domingos dessa série que nos deixa! Porém, sem muita enrolação, vamos avaliar o que esse terceiro episódio nos trouxe.

Bom, a premissa partiu do momento em que Brett fugia da conselheira escolar na floresta e se passou inteiramente nesse arco: o menino tentando se salvar.

Anteriormente, eu tinha dito que o fato da série estar parada, com mais diálogos e acontecimentos menos desesperadores e repentinos, beneficiava a trama por nos trazer de volta a essência de seus personagens.

Mas nesse ele prova que houve um descuido muito grande em trazer isso dentro de uma missão.

jhfasn

Uma pessoa estava precisando ser salva (Brett, que estava entre a vida e a morte) e o roteiro faz Liam parar no meio do corredor para falar para a irmã do menino, o quanto Brett era foda e importante.

Fora que aquele não foi exatamente o momento certo para que a série tentasse esfregar na cara do fandom que Stiles aprovará o romance de Scott e Malia. Apesar de Tyler Posey e Shelley Hennig terem uma química muito grande, aquela cena soou estranha.

O lance desse episódio é que foram falas forçadas em momentos tensos, que acabaram broxando a missão. Como podemos provar isso?

Simples, no final do episódio quando Brett se encontra em seus últimos suspiros, Lori aos prantos nos fez sentir o quanto aquilo a afetava e nos lembrou que desde que eles tiveram sua primeira aparição na quarta temporada, a forte ligação deles era linda.

Apenas uma fala ali e outra aqui, que não comprometesse o tempo da missão, faria o mesmo efeito sentimental da morte do menino no final.

Não é desmerecendo a missão do episódio, que foi super importante para mostrar o desenvolvimento da conselheira e as artimanhas de Gerard, que se pensarmos bem, tem muitos motivos para querer Scott e seus parceiros, mortos.

Gerard teve um plano esperto, expor os sobrenaturais para os humanos é inteligentíssimo e é isso que tem feito ele conseguir seguidores/caçadores, como vimos no final.

Porém, certificar-se de que Brett e Lori subiriam por ali, de que o carro realmente iria atropelá-los e de que Liam iria perceber e se transformar num momento de choque, é contar muito com a sorte!

hwefb

Por outro lado, na escola que tem uma biblioteca noturna e muito habitada, Nolan se mostrava um ótimo personagem em construção e que com essas boas cenas (incluindo a boa atuação do menino Froy) refletirão em suas ações futuras.

Ainda fazendo relação com os diálogos desconjuntados, aqui ninguém precisou parar para falar que Nolan está perturbado, dentro da cena ele já mostra isso.

Resumindo, a missão desse episódio poderia ter sido facilmente resumida no final do anterior, mas sua importância para a história continua sendo válida. E lembrando também que esses erros apontados são de roteiro, o que não prejudicou a direção que foi muito bem executada por nosso Tyler Posey.

Ah e os ganchos que ele deixa, como por exemplo, a criatura do necrotério que Melissa e Chris lidaram, são promissores e tem conseguido nos construir uma expectativa para algo grande.

bqfwnas

R.I.P BRETT </3

Seguindo a cobertura de final da série, teremos review no TEENSTARS sobre todos os episódios. Sempre nas segundas ou terças, então nos acompanhem nessa triste e ao mesmo tempo feliz jornada.

Destaque #Teen Wolf

Review “Teen Wolf” 6×12 | O medo moverá essa temporada

É muito fácil assistir uma história com seres sobrenaturais poderosos enfrentando ameaças gigantes e esquecer que nesse campo de luta existem pessoas normais.

Foi basicamente o que eu falei na primeira review dessa 6B de “Teen Wolf”: que a série estava dando um respiro e ao que vimos nesse segundo episódio, esse respiro, felizmente, será o arco da temporada.

O capítulo chegou com poucos avanços, porém se o primeiro nos apresentou como os personagens estavam, nesse ele apresenta como os personagens ficaram ou ficarão.

20621946_1360684280693501_6348587433110234650_n

Começamos com Theo, ele está de volta sim e estamos muito felizes com isso! O garoto protagonizou uma sequência maravilhosa de como tem sido sua rotina de quase “não existir” em Beacon Hills, até resolver brincar com uma aranha e ela entrar nele literalmente.

As aranhas tem sido um grande problema nessa temporada, só nesse episódio, elas nos causaram mais agonia que muitas cenas dessa série e sim, estou falando de Aaron, o menino estranho que foi “comido” por aranhas e que no final, estava de boa estudando para história.

Acontece que se esse episódio acertou em mostrar o que teremos daqui para frente, ele errou em apenas focar na relação com os caçadores. Falo justamente das aranhas estranhas e do suposto “mal” que vinha da calçada selvagem, que fez Lydia preferir não chamar Stiles de volta.

Esses arcos foram meio que deixados de lado e aos poucos, mostram que não tem tanta relação com a história dos caçadores, pelo menos as aranhas devem ter, pelo que Scott falou no final, com aquele discurso sobre medo.

20479688_1359512700810659_8264489492001170771_n

E é justamente no medo das pessoas normais que essa temporada se apoiará, eu espero! Aparentemente foi o medo que levou o doutor da Eichen House a torturar criaturas, mesmo que ele tenha inexplicavelmente soltado um Hellhound do nada, no episódio anterior. Resumindo, temos mais perguntas do que respostas.

O bom desse arco foi ver que Lydia e Parrish ainda são uma dupla, mesmo que a relação não tenha acontecido. É sempre bom lembrar que a mitologia da Banshee e do Hellhound estão bem ligadas e em um episódio mais calmo, o roteiro teve tempo de nos lembrar dos dois juntos e lembrar que a Lydia ainda tem marcas daquele lugar em seu consciente.

Agora, ignorando as tentativas de nos mostrar que Liam e Scott estão ficando meio loucos e descontrolados, vamos aos caçadores:

O que temos: Tamora, a orientadora é o reflexo das pessoas de Beacon Hills. Uma simples moradora que assim como muitos, presenciou acontecimentos mortais devido a ação dos seres sobrenaturais e aos poucos, ou melhor, com uma ajudinha de uma desgraça chamada Gerard Argent deve se transformar numa assassina de sobrenaturais.

Fora ela, ainda temos Theo que foi capturado, meio que do nada, por outros caçadores (antes de pedir arrego pro Scott haha)

20637830_1358984534196809_4644196625053937240_n

Finalizando, esse episódio foi ótimo em mostrar que as pessoas existem em Beacon Hills e que elas não são meros expectadores do caos que o pack de Scott trouxe para cidade.

Se formos lá no universo Marvel, foi o dano que os Vingadores causavam as pessoas que rendeu uma guerra civil, sim, estou falando que Beacon Hills está prestes a entrar em uma guerra civil. Mas primeiro, comecem respondendo ás perguntas que vocês mesmo deixaram.

Ah e se você é do tipo que quer “tiro, porrada, dread doctor, besta gigante, caçadores e bomba” logo de cara, tente olhar pelo lado de que uma construção melhor das situações, podem render um final mais explosivo e que cause maior impacto.

20638167_1360534940708435_2133725045634522068_n

E com essa foto de Brett sendo lindo, viemos lembrar que seguindo a cobertura de final da série, teremos review no TEENSTARS sobre todos os episódios. Sempre nas segundas ou terças, então nos acompanhem nessa triste e ao mesmo tempo feliz jornada.

Teen Wolf

Review | “Teen Wolf” retorna sem Stiles na abertura, mas com Stiles em uma das melhores cenas da série

E finalmente já assistimos o primeiro episódio da 6B de “Teen Wolf”. Tão esperada, essa parte vem com a missão de finalizar com grandiosidade a série e de início, podemos dizer que ela já começou com um episódio difícil para aqueles que tem agonia de aranhas ou ratos!

(Cuidado com os spoilers a seguir)

O primeiro capítulo vem com uma missão pré-estabelecida: nos mostrar o que anda acontecendo com nossos personagens!

É bom confessar que estávamos meio cansados de tanta tensão e situações impossíveis de serem vencidas. Mal tínhamos tempo para reparar como anda a vida pessoal de cada personagem.

Não foi especificado quanto tempo se passou desde o final da 6A, mas estamos perto da partida de Scott, Lydia e Malia para seus destinos fora de Beacon Hills e o andamento do ep foi focado no impacto que a partida deles causará.

pic11

Não podemos negar que Liam era um personagem bem legal lá na 4ª temporada, mas que logo ficou sem graça. Nos primeiros minutos daqui, ficou estabelecido que GRAÇAS A DEUS, Hayden não está na cidade e isso tornou o menino mil vezes mais interessante.

O humor voltou com tudo nesse episódio, o que nos deu um alívio depois das duas últimas tensas temporadas. O maior destaque está no medo de Liam encarar as coisas sem Scott, mas sem drama e sim enfrentando o que está acontecendo e foi na sede de Liam (com Mason) em procurar o algo mais nos acontecimentos, que eles como sempre, acharam o algo a mais.

Na verdade, não sabemos direito qual era a relação dos ratos com o Hellhound (vilão do ep), mas de uma coisa é certa: Ver a Malia pegando um rato morto com as mãos, nos lembrou que essa menina é simplesmente foda, melhor personagem!

Aliás, falando em partidas, Malia passou o episódio inteiro lutando com um vôo para Paris que não chegava e no final, como sempre, não abandonará Lydia e Scott.

IMG_20170723_212208

Com a trama ganhando forma, a milésima alucinação que Lydia teve (com teias de aranha) e o propósito do Hellhound, que queria pegar Stiles, ficou claro. Ainda teremos vestígios da caçada selvagem e não esperávamos menos que isso.

O fato do menino estar em perigo foi com certeza foi o motivo que os produtores arrumaram de deixar Stiles longe, tendo em vista os compromissos de Dylan O’Brien, mas falaremos disso mais tarde.

Porque afinal, não poderíamos deixar passar os novos personagens: Uma conselheira que carrega balas da família Argent em sua arma e um menino claramente abalado com algo sobrenatural que viu e ambos escondendo algo.

Essa tal conselheira, que ainda não sabemos o nome, promete ser uma caçadora e possível grande vilã da temporada, mas no momento, só conseguimos admirar a força dela. Agora, sobre o Nolan, ele é apenas bonito mesmo!

177406

Finalizando um episódio rodeado de bom-humor, de personagens mostrando seu dia-a-dia e de despedidas, voltamos ao fato de Stiles estar em perigo, da cidade estar em perigo e de que o pack não irá embora tão cedo.

Eles obviamente não chamarão Stiles, mas nem isso e nem a falta de Dylan O’Brien na abertura (que é justificável, tendo em vista que ele não aparecerá regularmente na série) o impediu de protagonizar uma das melhores cenas da série.

Foi um início de cena com muita emoção. Vendo nosso menino trilhando seu caminho e depois de muita risada, ainda com emoção, vimos que aquele Stiles do ensino médio ainda estava ali, na sala de aprendizagem do FBI.

Por fim, o melhor plot possível: Derek está aparentemente sendo perseguido por assassinato e nós esperamos muito que isso signifique algo. Afinal, o que deram a entender, é que Stiles pode ir numa espécie de missão do FBI atrás de Derek e isso renderá o encontro deles e claro, cenas maravilhosas de Sterek.

DGBm84kXkAIm4j1

É o que a gente espera, pelo menos! Agora, só nos resta aguardar o próximo episódio e chorar com muito fan service que essa última temporada nos trará. Amém!

Lembrando que, seguindo a cobertura de final da série, teremos review no TEENSTARS sobre todos os episódios. Sempre nas segundas ou terças, então nos acompanhem nessa triste e ao mesmo tempo feliz jornada.

Fan service: Elementos não tão necessários para a história principal, mas incluídos para divertir, entreter ou atrair os fãs.

YOUTUBE

Destaque #Seriados

Review | “As Visões da Raven” está de volta e da forma como deve voltar

Estreou na última sexta-feira no Disney Channel dos EUA a aguardada “Raven’s Home”, que é nada menos que um spin-off/continuação de nossa amada série “As Visões da Raven”.

A série chegou em nossas vidas com as expectativas lá em cima, afinal não tem como não ficar ansioso pelo retorno de algo que marcou a infância de tanta gente. E foi nessa ansiedade que fomos assistir o episódio e podemos falar com alívio que: fizeram da forma certa.

A primeira cena já chega direta ao ponto e explica de forma bem humorada, o motivo de Raven e Chelsea estarem morando juntas. A parti daí, não seria necessário um início de história propriamente dita, pois é como se fosse um episódio de “As Visões da Raven”, só que anos depois.

O andamento do episódio é igualzinho a série de origem, o que é ótimo. Aqui, Raven tem uma visão de que sua filha iria reclamar do favoritismo da mãe pelo irmão gêmeo e com esse arco, ela embarca em suas tentativas loucas e engraçadíssimas de tentar evitar que a visão aconteça.

ravenshome

Precisamos exaltar Raven Simoné, que mostra que está literalmente em sua casa. Essa mulher conseguiu nos trazer a Raven de volta já nas primeiras expressões faciais e mais ainda quando ela começa a interagir com Chelsea, mostrando que a amizade continua a mesma de anos atrás.

Sobre os filhos, tem um arco mostrando que o menino Booker está começando a ter visões (o que tinha sido mostrado no trailer) e as interações entre o elenco infantil é a “atualização” da série para o atual púbico do canal.

Resumindo, o ponto mais forte de “Raven’s Home” está em Raven e Chelsea e nas confusões que uma mãe se metera por conta das visões. Ela lembra muito “Fuller House” da Netflix (outro spin-off/continuação) e com um episódio, consegue ser mais engraçada que os 4 últimos anos de apostas da Disney em séries de humor.

Ah e falando em humor, é humor de verdade. Eles não se poupam na hora de fazer piada, mas também respeitam a faixa-etária. Tudo na dose certa!

anigif_enhanced-buzz-7925-1355162000-11

Tudo bem que só tivemos a visão do primeiro episódio, mas de cara, esperamos ver mais da Chelsea (que ficou um pouco apagada nesse ep) e que continue nesse ritmo por muito tempo.

Ansiosos? “Raven’s Home” está sendo exibida nos EUA, mas já se encontra pelos confins da internet brasileira. A estreia oficial pode acontecer em 20 de agosto no Disney Channel Brasil, já que essa é a data marcada para a estreia de “Descendentes 2” por aqui e nos EUA, a estreia foi junto com o filme. Então ficamos atentas.

Riverdale

Review | “Riverdale” termina primeira temporada de forma épica

Essa semana foi exibido o episódio 13 de “Riverdale”, ou seja, capítulo que fecha a primeira temporada da série e fecha com chave de ouro! Sendo assim, é hora do TEEN STARS fazer aquela review básica de sempre.

Primeiro falaremos sobre os resultados gerais da temporada, para você que ainda não terminou ou nem começou. Depois, seguiremos falando sobre o final e o que vêm pela frente. Então, vamos lá:

kissliliecamila

“Riverdale” chegou ao ar com a premissa de conseguir ser uma espécie de nova “Gossip Girl”, no sentido de se tornar uma série puramente teen que conquistasse fãs e seguidores. Não podemos dizer que a série conseguiu tanto público assim, mas tendo em vista o que aconteceu até aqui, ela tem potencial para ir bem mais longe.

Ao contrário de muitas que se metem a levar na narrativa que intercala dramas adolescentes com a investigação de um assassinato, aqui ela consegue fazer isso bem, sem sair do foco, sem episódios para enrolar e melhor, o assassino é revelado no penúltimo episódio, no tempo que deve ser.

Mesmo que “Riverdale” não tenha uma premissa nova, sofra com cortes de cena mal feitos e cenas meio dramatizadas ao extremo. Ela pega os quadrinhos da “Turma do Archie” (Obra Original) mistura com “Twin Peaks” (Série dos Anos 90 que serviu de inspiração) e transforma o visual da cidade em algo ‘fantástico’.

Nós nunca iremos conhecer uma “Riverdale” com um castelo daquele, com aquelas cores, é tudo meio fantasioso, mesmo sem apelar para o sobrenatural. Essa originalidade faz ela ser um possível marco para a cultura pop dessa década.

riverdale-ice-scene

Agora falaremos dos acontecimentos do último episódio, ou seja, vai rolar muito spoiler. Estão avisados!

Depois de um episódio revelando que Jason foi assassinado pelo próprio pai, aqui nós nem ouvimos direito o nome do ruivo. Apesar da promo do episódio apresentar o final como algo inimaginável, ele não chega a isso, mas ainda sim impacta.

Estamos falando principalmente da tentativa de suicídio de Cheryl, que respeitando a fantasia de Riverdale, se jogou no congelado Rio Sweetwater e rendeu uma cena agoniante e marcante para o público. Tão marcante quanto o discurso de Betty, que automaticamente prova que a cidade de Riverdale é o principal personagem da história e até uma sátira do modo de vida americano.

Riverdale -- "Chapter Thirteen: The Sweet Hereafter" -- Image Number: RVD113b_0179.jpg -- Pictured: Lili Reinhart as Betty Cooper -- Photo: Katie Yu/The CW -- © 2017 The CW Network. All Rights Reserved

Nos romances, tudo correu bem. Archie se orientou com Verônica e Betty ganhou um “I Love You” de Jughead. Mas foi a partir da cena em que ambos os casais estão em momentos íntimos. que vemos o que os criadores nos guardam para a segunda temporada.

O pai de Verônica está voltando e a mãe da garota já revelou que ele não se dará bem com o pai de Archie, logo Verônica está com Archie! O mesmo se encaixa para Jughead, que em uma de suas melhores cenas, vestiu uma jaqueta dos serpentes e nos deixou GRITANDO.

Lembra que a mãe de Betty supostamente teve algo com o pai de Jug, um serpente, aqui a história se repete. Inclusive, arrisco dizer que teremos flashbacks da adolescência desses papais de Riverdale e arrisco ainda mais em dizer, que esse irmão de Betty, possa também ser um irmão perdido de Jughead. Hmmm… Teorias começaram! Afinal, esse foi o gancho mais interessante que a trama deixou.

170511-new-riverdale-kj-apa

O outro certamente foi a morte do pai de Archie, que mostrou que a criminalidade na cidade só está para crescer e Jughead, como um serpente e morando no lado ruim da cidade, está para se envolver nisso.

Resumindo, Jughead começou a série meio perdido, sem convencer, mas hoje em dia, o menino é chave de tudo que vai acontecer na trama. Um GRANDE personagem. Falando em GRANDE personagem, Cheryl nos fez um favor de explodir o castelo, mas me pergunto se ela esqueceu sua avó lá dentro.

Não sabemos como será para Cheryl daqui para frente, já que sua construção como personagem se apoiava em Jason. Só esperamos que eles aproveitem os 23 episódios prometidos para a segunda temporada e se aprofundem na personalidade dela e de todos, sem dar passos maiores que a perna, igual muitas séries desse tipo fazem.

Finalizando, “Riverdale” deve voltar no final do ano e estaremos aqui, na espera!

tumblr_olxm4gyIW61r2oisyo1_540

Noticias quentes #Seriados

Review | #NãoSejaUmPorquê, a mensagem dessa necessária série

Apresentada como uma série teen, “13 Reasons Why” não é como qualquer coisa do gênero que já vimos. Na verdade, é uma série que os adolescentes precisam ver, mas que antes, precisam estar preparados. Ela choca, ela é pesada, mas ainda sim, é um tapa na cara e fonte de conscientização por parte de quem acompanhou junto com Clay, cada ‘porque’ que levou Hannah Baker ao suicídio.

A forma na qual tratamos as situações da vida ou na qual a sociedade trata, está escancarada aqui e nós vamos tentar recapitular isso:

A Reputação de Hannah

Alex, Tyler, Marcus, Courtney, Ryan e Zac foram metade dos pilares que sustentaram o ápice de Hannah. Claramente, o ápice foram os acontecimentos da festa de Jessica e o que veio depois disso.

Mas até lá, fomos envolvidos nas histórias desses seis, que em sua maioria, se apoiaram em um boato inventado por Justin, para aliviar seus problemas, como Courtney, ou se crescer para os outros, como Alex e Marcus.

Fizeram com que Hannah se tornasse, como ela diz, uma caça. Muitos disseram que a lista era “apenas um elogio”, mas são de “apenas elogios” que o machismo come pelas bordas e coloca garotas nessa situação. Situação como a de Jess, que culpou a amiga (vítima) por isso.

Foram longos episódios, longos mesmo, afinal a única coisa que acabou prejudicando essa série, foi sua duração até chegar nos maiores acontecimentos.

Clay Jensen

Clay, nosso protagonista. Primeiro, palmas para Dylan Minnette, o ator espetacular que viveu a bagunça psicológica desse personagem. Ele é inseguro, difícil, tímido e um pouco devagar em ouvir fitas.

Uma série toda esperando para saber o que o amável Clay fez de tão horrível. Sendo que ele apenas foi ele mesmo, um inseguro que obedeceu as palavras da garota.

Nessa cena, vimos que Hannah se culpava pelo trauma que sofria, depois de tantos garotos que a assediaram. Vimos no presente, a culpa corroer Clay, que poderia ter mudado isso se ficasse e falasse o “eu te amo”, enquanto ela ainda estava viva. Que cena foi aquela hen!

No fundo, Clay era diferente dos outros e nos doeu ver a imaginação de Hannah, do como seria a vida dela com o garoto e saber que aquilo não aconteceu.

Jess e Justin

jessejustin

Jess e Justin, tão amáveis. Isso mesmo, eles são os ‘porquês’ mas legais da história. Não é o fato da pessoa ser um ‘porque’, que não devemos gostar dela.

Jess e Justin erraram sim, não tanto quanto uns ou até mais que outros. Mas, não podemos ignorar o histórico de Justin, por exemplo, quem não se assustou com a cena em que o garoto é enforcado pelo namorado da mãe?

É aí que “13 Reasons” nos mostra que se procurarmos bem, sempre tem algo no fundo. Justin não soube lidar com algo tão grave envolvendo a namorada e o garoto que te dá auxilio, Justin não se impôs a esse garoto na hora que ele divulgou a foto de Hannah. Mas a mãe de Justin, tem um dedo maior nessa situação do garoto.

Lembrando que Hannah foi obrigada a assistir o estupro da amiga e sem reação, não fez nada. A série já nos dava indicio de que começaria a ficar mais pesada.

Acidente de Jeff

Se sentindo uma pessoa errada por não ter agido naquela situação, Hannah pega uma carona com Sheri e o ‘certo’ ou ‘errado’ é posto em questão novamente. Aquilo parecia uma simples placa de STOP derrubada, mas Hannah estava cansada de agir errado e se revoltou pela amiga não chamar a polícia.

Porém, soubemos que resultado da placa quebrada foi um dos mais doloridos da série. Jeff era espetacular, mesmo nas poucas cenas em que aparecia. Fomos descobrindo que garoto faleceu de uma forma trágica e ainda culpado de dirigir bêbado.

Isso causou um impacto tanto em Clay, como em Hannah, que sabia da história da placa e fez a ‘coisa errada’.

No presente, vimos que Sheri é atingida pela culpa de não ter evitado aquilo todos os dias e aos poucos, tenta se redimir perante a história. Mesmo que fique a cargo de Clay, honrar o brilhante Jeff, alertando sua família de que ele não estava bêbado.

A 12ª fita

Chegamos ao ápice dos ápices. Uma das coisas mais difíceis de serem assistidas. Hannah em sua difícil busca de ser ‘legal’ como os outros, acabou sendo violentada por Bryce, garoto que já tinha violentado sua amiga.

Foi uma cena chocante e necessária, tão chocante quanto o resultado disso, que foi a cena que vimos ela praticando o suicídio. Vocês que assistiram, me respondam, rolou agonia, angústia, choro? Por que para nós, foi tudo ao mesmo tempo.

O pior é saber que os ‘Bryces’ estão presentes na vida real (na nossa política). Sim, caras com frase do tipo: “Todas na escola querem ser estupradas” estão aí e a forma com qual a escola lidou com o pedido de ajuda de Hannah, nos mostra como a sociedade reage a isso.

Sempre tentando evitar que o estupro seja chamado de estupro, o conselheiro da escola mostra como a imagem é mais importante que a saúde dos alunos.

Nada a acrescentar mais do que a frase de Jess: “- É isso o que acontece quando garotas pedem ajuda”

13reasonswhy

A série abusa na mistura dos flashbacks. Os mais ensolarados para mostrar a vida de Hannah e os mais neutros para mostrar o peso da vida sem a garota.

Um roteiro que não vai te explicar o que acontece. Você aos poucos vai descobrindo, enquanto ele te dá pistas do tipo: Quem morreu no acidente?, O que aconteceu no quarto da Jess? Isso acaba fazendo o mistério crescer e os plot-twists serem impactantes.

Com um final plausível e cheio de perguntas para uma season 2. “13 Reasons Why” termina como uma das séries mais necessárias, pesadas e maravilhosas de todas, sem exagero algum.

Por mais que choque, os ‘porquês’ são reflexos de nós mesmos e a trama é o ponto para refletirmos que nossas palavras e atos tem peso, por isso, a #NãoSejaUmPorquê é necessária e o maior ensinamento que fica é: Seja bom, sempre.

The Originals

Review | “The Originals” – As Primeiras impressões da quarta temporada

Finalmente, depois de tanto tempo de espera, podemos falar sobre o primeiro episódio da quarta temporada de “The Originals”. De início, já concordamos que essa temporada já estava boa antes mesmo de começar.

Vindo de uma terceira temporada que engatou apenas no final e surpreendeu com a morte “definitiva” de duas personagens importantes e causou um verdadeiro caos para a família Mikaelson. Vimos a família mais poderosa do mundo cair da pior forma possível. Foi um final grandioso e que deixou aquele sentimento de “Não tem como eles se salvarem disso”.

Mas então, estamos falando dos Mikaelson. Foi anunciado que a série daria um salto de 5 anos e o ponto positivo já vêm daí. Sem pegar coisas do passado, reviver familiares ou inventar história, a família vai ter que enfrentar o aqui e o agora.

Começamos o episódio mostrando que a paz reina em New Orleans. Marcel e Vicent meio que tem um acordo e mantém juntos, a paz entre bruxos e vampiros. Porém Klaus, ainda vive.

Klaus precisa viver

Marcel manteve Klaus vivo por inúmeros motivos. Primeiro: Klaus nunca morreria e a série precisa continuar. Segundo: A linhagem de Elijah não morreu, e alguns bruxos disseram que a sobrevivência de Elijah está ligada a vida de Klaus, assim como a de Rebekah. Marcel fala que só quer proteger Rebekah. Terceiro: Mas o verdadeiro motivo, é que Klaus já está pagando pelo que fez e Marcel já até demonstrou baixar a retaguarda quando retirou a adaga e se abriu para um acordo. No fundo, Klaus e Marcel ainda “se amam”.

O enredo fala que vampiros criados por Klaus não se sentem seguros em ter ele ainda vivo e em uma comemoração realizada para lembrar a queda da família original, eles podem tentar algo.

O vampiro apresentado no episódio não tem muita relevância, se dizia forte, mas a estratégia de Klaus e Marcel deu certo, assim como sua tentativa de capturar Hayley falhou.

Hayley Rainha

Falando em Hayley, ela claramente foi a RAINHA do episódio. Quem não amou todos os momentos que a garota estava em cena? Foram 5 anos correndo atrás da cura e de proteger os quatro irmãos, tudo ao lado de Hope, e por falar nela.

Estamos apaixonados por Hope. A atriz aparenta ser perfeita para o papel, demonstrou carisma e uma química enorme com Hayley, mesmo com poucas cenas.

Fora isso, A híbrida teve a melhor luta que vimos na série em um bom tempo e nela, vimos a mamãe se transformar em lobo pela primeira vez.

Piscamos o olho, Freya já estava acordada, piscamos pela segunda vez, Elijah também. Única reclamação do episódio, foi algo que também aconteceu em “Pretty Little Liars”. Passaram 5 anos e nos primeiros diálogos de Freya e Elijah, eles estavam agindo normalmente.

Freya nem precisou de um âncora e acordou toda forte fazendo um feitiço que antes era impossível. As coisas correram rápido demais. Talvez isso se corrija com o futuro, pois queremos flashbacks do que Hayley passou nesses cinco anos e até mesmo, dos irmãos naquela realidade alternativa. Precisamos sentir o pesar do tempo e isso não aconteceu nesse episódio.

Pistas sobre o verdadeiro inimigo

Sentimos o impacto dessa fala do Vicent.

Klaus continuou com sua pose e ao matar aquele vampiro, se cresceu para cima de Marcel e falou “umas verdades”. Uma atitude meio burra, que fez a famigerada adaga parar dentro de seu peito.

O desfecho nos deu pistas claras sobre o que a temporada vai mostrar. Existe algo estranho acontecendo entre um clã especial de bruxas e o menino enxerido que nos provou isso, quando descobriu aquele símbolo. Mesmo símbolo que nossa bruxinha Hope anda desenhando.

Escreve aí, Hope claramente será o foco dessa temporada e centro de tudo o que há de acontecer.

Na promo do próximo episódio teremos a “volta” de Cami (ela aparece conversando com Klaus), a missão de resgate do híbrido original e pelo o que vimos, não será só Cami que dará as caras. Rebekah e Kol aparentemente irão estar presentes, afinal eles têm que acordar e sempre quando Claire Holt está no elenco, é por que o episódio vai ser bom.

“The Originals” teve sua mais promissora estreia de temporada e demonstra a capacidade de contar a melhor história até agora, só nos resta acompanhar o andar da carruagem.

Obs1. Tivemos uma homenagem lindinha para Davina e Cami com a foto na parede do bar.

Obs2. Haylijah está VIVISSIMO.

Riverdale #TV

Review | “Riverdale” 1×07 – Os problemas de Jughead em meio a uma guerra de famílias na cidade

“Esperança, uma palavra tão familiar e tão complicada”

Uma trama em que famílias desestruturadas, conservadoras, que como em toda clássica cidadezinha, se importa apenas com a imagem que passa. Não demoraria muito para isso levar a um assassinato e que a vida de seus filhos adolescentes, virasse de cabeça para baixo.

Continuando a onda de episódios que se aprofundam nas famílias de “Riverdale” e focam em onde Polly entra nessa história, vamos a review do episódio 7, lançado essa semana e cuidado com spoilers:

Jughead e os laços paternos

1x07-In-a-Lonely-Place-riverdale-2017-tv-series-40271530-500-333

– Nas primeiras reviews, era necessário notar que Jughead estava sem espeço na tela. Mas com a ideia da série de cada episódio se aprofundar em uma família da cidade, depois de Cheryl e Josie, finalmente soubemos o que ronda a relação entre Jughead e seu pai. Um questionamento deixado a vários episódios atrás.

– Vimos que o buraco é mais em baixo, e isso torna essa relação, a mais profunda da série até agora. Cercado de problemas e vícios, o pai de Jughead demonstrou vontade de mudança em sua volta ao trabalho, mas foi na cena do Pop’s que as coisas desandaram. Parecia bonito ver os melhores amigos e os pais juntos, mas como sempre acontece em Riverdale, problemas do passado acabam com um clima bom em segundos.

– Um ponto favorável para os atores, sentíamos o desconforto causado pelo jeito do Sr. Jones. O cara ficou bem bêbado e a cada cena nos mostrava um peso que Jughead carregava por amor ao pai.

– Pesado! Mais pesado ainda quando Jug foi acusado de assassinato e o “rival” de seu pai o salvou. Jug mostrou que não desistirá do pai, o que abre uma porta grande para explorar isso. Ponto ótimo para o enredo dramático familiar de Riverdale.

Polly na encruzilhada: Cooper vs. Blossom

1x07-In-a-Lonely-Place-riverdale-2017-tv-series-40271538-500-333

– Polly fugiu do hospício e graças a deus, ela fugiu. Pois nesse momento, tivemos a volta da épica Cheryl. Depois de um episódio longe, ela já voltou pisando em tudo, ao chamar Polly de assassina, pelo Twitter com TRÊS hashtags.

– A cidade se movimentou pela floresta e tivemos um embate entre Blossom e Cooper. Para livrar Polly de ser acusada de queimar o carro de Jason que continha várias provas, a família revelou para a cidade que Polly está grávida de Jason, o que causou uma comoção visível em Cheryl.

– A ruiva manteve seu jeito de quase todos os episódios, aquele que começa querendo pisar em todos, mas com uma simples informação, ela desaba e vira uma frágil e boa garota. Ao ir atrás de Betty, vimos que a família Blossom estaria interessada no bem-estar de Polly e a criança.

– BALELA. Não creio até agora que Betty acreditou que os Blossom queriam ajudar. Ainda bem que Cheryl existe e que coloca seu amor por Jason a frente de tudo, logo ela sacou qual era o plano sujo de sua família.

– Ainda não entendemos a facilidade na qual Hermione aceitou uma “foragida” em sua casa, isso definitivamente trará mais problemas para ela.

Hermione cheia de problemas

– Como sempre, tem um arco meio perdido na história e dessa vez foi sobre a relação estranha de Verônica (ou Ronnie) e sua mãe. Outro drama familiar. Mas dessa vez, sem se aprofundar, o problema foi logo resolvido e nos deu uma perspectiva maior da futilidade que mãe e filha encaram suas coisas.

hqdefault

– Um destaque para a cena sensacional onde Ronnie juntou os atores secundários da série, em uma balada.

Por Fim

– Mantendo a tática explosiva de nos apresentar uma revelação no final do episódio. Lembremos que Jughead não falou onde estava na noite do assassinato e o pai de Archie está cobrindo o álibi do garoto.

– Não podemos ignorar o histórico do escritor, mostrado pelo xerife inútil e nem a jaqueta de Jason, que apareceu na “casa” dos Jones no final. Isso nos deu uma empolgação maior, sobre o que Jughead esconde e será que nosso amado personagem tem um lado obscuro? AMAMOS

1x07-In-a-Lonely-Place-riverdale-2017-tv-series-40271525-500-334

Continuando o que os outros episódios trouxeram, Riverdale seguiu variando entre o mistério do assassinato e os dramas adolescentes cercados a família. Mesmo seguindo uma fórmula, ainda faz isso de um jeito que prende o telespectador.

Esperamos que daqui para frente, tenhamos mais testes de personalidade que nos façam questionar a inocência dos moradores da cidade, como aconteceu com Jughead. Só isso e a série que já nos conquistou, ficará incrível.

Uma má notícia, “Riverdale” entra em um pequeno hiatus e agora volta apenas em 30 de março. Usaremos esse tempo para criar teorias? Sim ou Claro?

giphy

Obs. Aquela cena inicial de Jug sonhando com a família perfeita e as roupas fazendo uma referência enorme aos quadrinhos, mostra o quanto a série é cuidadosa com fotografia e boa produção.

Cobertura #The Vampire Diaries

I Was Feeling Epic: Os momentos marcantes do final de “The Vampire Diaries”

I Was Feeling Epic

O título do episódio faz jus a tudo o que aconteceu na noite de sexta (10), essa que era uma data temida por muitos, finalmente passou e agora, “The Vampire Diaries” é algo para relembrar, e já começamos essas lembranças de agora.

Foram 8 anos acompanhando Mystic Falls e a saga dos irmãos Salvatore, cheia de idas e vindas, mortes e vidas e muitos acontecimentos. A trama fechou com chave de ouro e com um episódio especial, que de início mostrou a conclusão do arco que vinha sendo contado e depois fez a gente nadar nas lágrimas com as despedidas e homenagens.

giphy

Sem muita enrolação, vamos relembrar os fatos mais marcantes do final EVER de “The Vampire Diaries” e cuidado com a chuva de spoilers:

Katherine Rainha do Inferno

Nossa amada Katherine não voltaria para pouca coisa né? Continuando os fatos do episódio anterior, ela botou o sino para tocar e na 12ª badalada, o fogo do inferno iria invadir Mystic Falls e acabar de vez com a cidade.

Realmente admiramos o quanto Katherine vai longe com o que quer.

E ela não é nada burra, escondeu o corpo de Elena, assim Damon não deixaria a cidade e nem Stefan deixaria Damon, assim acabando de vez com quem ela realmente quer acabar.

Bonnie Dona da Porra Toda

tvd-bonnie-salvando-dia

Bonnie agora com seus poderes de volta, COMO SEMPRE, arma um plano para salvar todos. Mas esse plano, obviamente envolve acabar de vez com a existência de Katherine.

O plano seria mandar o fogo do inferno de volta pelos túneis e Katherine deveria estar lá para ir junto. Mas a louca não iria sozinha né.

Com pouco tempo, já sabíamos, algum irmão Salvatore teria de levar ela para os túneis e nisso, se sacrificaria.

Dentre tantas cenas memoráveis que esse final teve, ficará marcado para sempre, quando as ancestrais de Bonnie apareceram e ajudaram a bruxa a enfrentar o fogo.

Damon ou Stefan? e o momento que choramos descontroladamente

tumblr_ndlhvnE0wy1ri5sk4o1_500

A partir daí, Stefan surpreendeu a todos. Disse que teria de ser ele, pois como humano, já estava envelhecendo mesmo. Mas quando ele estava indo (a gente já estava chorando) ainda tinha cena para rolar.

As despedidas começaram e logo com uma cena que seria o último encontro de Stefan e Elena. Já morto, ele conta tudo o que fez pelo irmão e não temos palavras para descrever o quanto essa cena foi incrível, só revendo mesmo:

Que tiro foi esse! Lembrando que ele ainda deu seu sangue com a cura para Damon, óbviamente para ele viver a vida em paz com Elena. AAAAAA

Despedidas, Aparições e Choros

Começamos a ver o que o futuro trará para esses personagens. Bonnie foi atrás de reverter o feitiço que ligava sua vida com Elena e como ela é a bruxa mais maravilhosa do mundo, conseguiu.

C5sHQ6KWcAQs5IG

E a coisa mais linda rolou, assim como ela prometeu a Enzo, foi viajar e viver sua vida, dessa vez sem percalços no caminho.

Teve Klaus, SIM

Calma, não foi dessa vez que o rei de New Orleans abandonou seus problemas e foi para Mystic Falls. Mas Alaric e Caroline abriram uma escola para crianças especiais e um dos doadores era o híbrido original que mandou uma cartinha em especial para sua amada.

tvd-klaroline

Um adentro, ficou em aberto a aparição de Caroline em “The Originals” SIM. A própria Julie Plec disse isso. Afinal, Klaus e Caroline ainda tem uma história para ser finalizada.

DELENA

tvd-delena-endgam

O endgame era e sempre foi DELENA, sim, agora com Damon humano, ele e Elena foram viver suas vidas normalmente. Ela virou uma médica e nos proporcionou uma ótima cena, onde ela narra tudo, enquanto escreve em seu diário. Remetendo a primeira temporada.

O Final

O final que muitos não entenderam ou que ficou em aberto, na verdade estava bem claro e foi uma das melhores decisões para o desfecho da série.

Elena e Damon encontraram a paz para a eternidade. Elena com sua família e aquele “Hello Brother” que foi como um tiro no nosso coração. Sim, o abraço de Stefan e Damon, agora juntos para sempre.

tvd-damon-hello-brother

Falando em um geral, “The Vampire Diaries” teve um final previsível, porém com cenas que irão ficar marcadas, assim como uma série de 8 anos, que mesmo com seus altos e baixos, é um marco na TV.

Emocionou a todos que acompanharam, principalmente na ideia genial de alguns personagens que já nos deixaram, dando as caras por lá.

O destaque fica obviamente para a mensagem final. A paz de Damon era ao lado do irmão e TVD não era uma série sobre o triângulo amoroso, era uma série sobre laços de irmãos e o amor incondicional dos dois.

Meu elenco 2

Sei que ainda estamos nos recuperando, mas não se esqueçam que New Orlenas está em guerra (como sempre), e “The Originals” volta próxima sexta (17) com sua quarta temporada e o TEEN STARS vai trazer review dos episódios todo fim de semana, então fiquem ligados.

Enfim, um simples “até logo”, pois ainda estamos lidando com esse final e nem sabemos como se despedir direito.

Shadowhunters

Review | “Shadowhunters” 2×09 – Matar Clary ou não matar Clary? Eis a questão.

Bom, precisamos falar sobre o último episódio lançado de “Shadowhunters”, e que episódio foi esse, minha gente?

O penúltimo ep da 2A, tinha como missão juntar todos os arcos para a mid-season finale e conseguiu isso muito bem. Foram tantos acontecimentos que já adiantamos que o papo será longo.

Então sem mais delongas, vamos as considerações e cuidado com os spoilers:

Clary, Simon & JACE

x240-Dn2

– Nesse episódio, seguimos contando com o rápido relacionamento de Clary e Simon, cujo ainda acredito que seja apenas para Clary esquecer Jace. E tem dado certo, pois as coisas ficaram quentes na maravilhosa cena em que Jace pega os dois no flagra.

– Destaque para o corpinho de Simon, precisamos dizer que a transformação o valorizou.

Maia bem louca e a missão da semana

145345_0686_58b0279de087c314910b7621

– Maia é completamente desequilibrada, e isso a transforma em uma ótima e profunda personagem. A loba serviu para nos mostrar que o submundo pode querer cortar o mal pela raiz, assim descartando logo Clary, e salvando a todos. E em meio a esse fator, descobrimos que a bruxa velha não deixou barato e enfeitiçou Clary.

– Aliás, aquela mão queimada da ruiva estava horrível.

– Mas já temos um ótimo cenário, o triangulo Jace, Clary e Simon atrás de Valentine e a menina, enquanto o submundo está atrás de ambos. O episódio está feito.

Reuniãozinha no submundo

– O lobo mal claramente tinha que tomar alguma decisão e resolveu reunir os líderes das “gangues” submundanas. Apareceu até aquele duende estranho da primeira temporada.

– E para dar o maior esquenta na história, foi dividido, vampiros e os duendes estranhos querem Clary morta para acabar logo com isso, já que ela é a única que pode ativar a espada e dizimar o submundo. (Não julgo a decisão deles)

– Mas obviamente a mocinha deve ser defendida. Magnus e o lobão, que praticamente viram Clary crescer, não vão deixar isso acontecer. Então, como se já não bastasse a guerra contra Valentine, vai ter guerra atrás de Clary. ADORO UM CONFLITO.

Izzy se metendo em problemas

maxresdefault

– O arco mais legal da temporada teve seu ápice nesse episódio, com inúmeras cenas de amor e sangue entre Raphael e Izzy. Vimos que eles formam um belo casal, mas ainda desconfiamos de Raphael. Afinal, ele continua lá, envenenado ela, como Magnus falou para o mesmo.

– Magnus para um feiticeiro, está meio burrinho, só se ligou que Izzy estava viciada agora. E para o temperamento de Alec, isso não importa. Ele estava bonzinho demais nos últimos eps e estamos falando de Alec.

– O lindo se descontrolou, bateu, brigou, ouviu um monte de Izzy, mas teve que resolver coisas mais sérias no instituto, pois Valentine quis botar para quebrar, mandando experimentos estranhos atacar everybody. Alec foi cuidar disso, mas como temos que defender Clary, o gato mandou todos protegerem a garota, que se lembrarmos bem, está sendo perseguida.

– Aldertree não gostou e foi botar banca para cima do nosso amor, que em um golpe de mestre, jogou na cara do escroto que ele andou viciando Izzy e deixou ele no chão. TURN DOWN FOR WHAT.

Um parquinho para Madzie

shadowhunters

– Um parquinho como esconderijo de Valentine será muito eficaz, já que o cara tem controlado a criança bruxinha. Jace foi esperto em seu diálogo com o “pai”, afim de soltar a garota. Mas quando tudo estava bem, a menina levou Clary para o vilão, e ficamos chocados.

– Já dentro do parquinho, Simon quis dar uma de namorado salvador e foi pego. Agora Clary está no chão. E foi nesse momento que vimos o que a série promete para a season finale. Será uma luta contra Valentine, ao mesmo tempo tentando salvar Clary dos submundanos, isso por que sabemos que Sebastian está para chegar (quem leu o livro sabe bem).

16649211_1766511867001152_6288444339310913871_n

O episódio foi magnífico em juntar as peças e dar ao público o que esperar. O roteiro anda amarrado e irônico. Ironia que é um ponto forte em séries teens sobrenaturais, com falas certeiras vindas principalmente de Jace e Simon.

Estamos vendo uma série evoluir, adoramos a luta de Jace contra os monstros de Valentine, teve muito sangue explicito e foi bem dirigida. Só peço mais cenas assim para a finale, queremos fight, briga, sangue e até semana que vem.

Ah, não esqueçam de comentar o que vocês acharam do episódio.