Cinema

Crítica | “Power Rangers” – Em clima de nostalgia, nasce uma saga com potencial

Nós do TEEN STARS já mostramos 5 motivos para não perder “Power Rangers” no cinema, então agora vamos saber com detalhes, o que o filme nos apresenta. Lembrando que serão citados alguns acontecimentos da trama, mas sempre fugindo de grandes spoilers.

GO GO POWER RANGERS!

É inegável sair da sala de cinema sem essa música na cabeça e ao mesmo tempo, surpreendido pelo que esse filme apresenta. Fala sério, muita gente torceu o nariz quando ouviu falar de uma nova era dos “Power Rangers”, agora nas telonas.

Provando o contrário do que imaginaram, o filme dá uma nova cara, mantém a essência e entrega um início de franquia promissor.

Tendo em vista, diversas sagas em um futuro pós-apocalíptico que já se desgastaram, “Power Rangers” inicia seu legado de uma forma antes nunca pensada, com o pé no chão. Trazer um filme onde adolescentes arriscam sua vida, okay, mas ainda sim, eles são adolescentes e é nessa questão do ‘ser adolescente’ que o diretor do longa triunfa.

Na série de TV clássica dos anos 90, o grande momento do episódio era quando os rangers se preparavam para a batalha, ou seja, morfavam para seus uniformes. Aqui, isso cresce e dá significado ao ato de ‘morfar’, significado esse que está atrelado ao afeto, sinceridade e ligação dos cinco teens.

Sexualidade, relação com os pais, fotos vazadas, problemas de saúde na família e até um personagem autista. Isso, citando também, o que o incrível Alpha diz: “São diferentes, de cores diferentes”, se referindo a etnia. A diferença era necessária para os rangers existirem, logo temos um show de diversidade por parte do elenco.

O roteiro amarra bem o crescimento da relação dos amigos e consegue surpreender com um plot twist envolvendo um dos rangers perto do final, mas erra em não dar devido espaço aos rangers amarela e preto, que têm histórias tão interessantes, ou até mais, do que os outros.

Enchemos de elogios pelo aproveitamento de dramas adolescentes para apresentar os personagens, mas o filme não sabe dosar e a parte do perigo acaba ficando batida. O filme inova em colocar uma origem para os rangers e Rita Repulsa. Porém, acaba não explicando o porquê dessa revolta. Sabemos que ela ressurgiu querendo um cristal e ela roda o filme todo atrás desse cristal, sem outras motivações.

Para quem cresceu assistindo a série, o medo era inevitável. Em um meio cinematográfico onde uma receita certa de heróis domina (Marvel e DC), como trazer a essência de PR?. Uniformes coloridos, elementos lúdicos, frases de efeito, ou seja, aquele tom “brega” que fazia o diferencial.

Tudo isso está presente em cenas que emocionam ou no mínimo, arrepiam. “Hora de Morfar”, o Alpha com seu “Ai Ai Ai”, a caminhada clássica com a pose de super-herói e finalmente, a inevitável música, tudo se encaixado no momento certo.

Em questões técnicas, o filme não deixa a desejar. Cenas muito bem coreografadas, câmera sempre em movimento, cortes de cena incríveis e uma fotografia que valoriza o bom e velho colegial de cidadezinha. Destaque para o plano sequência, quando um deles foge da polícia no início do filme e lembrando das lindas cenas na água.

Elizabeth Banks faz uma Rita Repulsa sensacional, desde seu figurino até o grande toque de assombração presente na personagem. Mas como estamos falando de Rita, tem humor sim (reparem na cena da rosquinha), na verdade o filme é sempre bem-humorado, principalmente pelo ranger azul, que faz esse alivio cômico nas horas certas.

Acima de tudo, “Power Rangers” tem potencial de se transformar em uma nova febre. Deram o salto para uma grande franquia, que se juntar ao elenco teen ainda desconhecido e muito talentoso, pode render grandes histórias e fãs.

Para as continuações, que podem ser muitas, esperamos ver o que realmente aconteceu no passado de Rita e dos rangers e que isso traga motivação para o perigo. Mas claro, sem parar de se aprofundar na vida dos adolescentes, principalmente em Trini, a ranger amarela de Becky G, que nos deixou com um enorme gosto de quero mais. Resumindo, tem que saber igualar os dois lados.

 

A crítica reflete a visão do escritor em si, não tendo total relação com toda a equipe do portal.

Cobertura #Teen Wolf

Review: “Teen Wolf” 6×10 – Stydia e o fim dos ghost riders, aconteceu muita coisa nessa finale

Chegamos ao fim da torturante (no bom sentido) 6A de Teen Wolf, e o maior sentimento que prevalece dentro de nós é: ficaremos mais de quatro meses sem a série.

Para começarmos a falar sobre os acontecimentos dessa mid-season finale, é necessário lembrar que o ponto alto dessa 6A foi trazer a história dos ghost riders, um arco complexo, com uma mitologia grande e muita dificuldade por parte do bando em conseguir detê-los. Passamos a temporada toda crendo que não podíamos encostar um dedo neles e que era impossível a realidade se fundir com a caçada selvagem.

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Ponto 1. O fato de ignorar essa mitologia mostrada durante a série, foi o grande ponto negativo dessa finale. Um episódio cheio de furos, onde Liam entrou na caçada sem se queimar, Argent, Melissa, Hayden e Mason foram capturados, mas ao contrário da maioria, estavam cientes do lugar que estavam e não paralisados como a maioria.

Theo apareceu do nada para salvar Liam (de novo), outro que brotou muito no episódio foi o xerife e novamente devemos citar que os cavaleiros enfraqueceram sem motivo, já que por mais que Malia seja a mais f*da em batalha, no primeiro episódio ela não daria conta nem de um, quanto mais de vários deles.

Talvez se tivéssemos um episódio 9 com menos enrolação, existiria a chance de termos uma finale dupla, com mais explicações.

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Ponto 2. Teen Wolf é escravo de um problema, onde seus escritores e produtores enchem a expectativa dos fãs nas redes sociais e no final nem sempre é tudo isso. Chegamos ao desfecho, a batalha final, inclusive ela foi muito bem produzida. Mas não foi uma GRANDE coisa, se contradizendo com uma temporada que apresentou uma GRANDE história. Por mais que a ideia da 6A seja genial, a 3B ainda está na frente, por ter uma história genial alinhada com um épico final, o que não aconteceu com essa finale.

Foi um desfecho comum, semelhante a maioria das temporadas, com soluções fracas, porém ainda sim convincentes (me refiro ao fato de acabar com a caçada, desviando o trem)

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Ponto 3. Mas por que apesar das soluções fracas e furos, nós ainda nos empolgamos e nos emocionamos tanto com Teen Wolf? O maior motivo se encontra com todos os seus personagens. Os personagens bem construídos e com suas fortes personalidades, levam a história nas costas.

O maior destaque vai para Malia, ela teve um grande tempo em tela na temporada e se mostrou muito, nos trazendo ótimas cenas. Nunca esqueceremos dela tentando acordar o pessoal da caçada ou quando Theo deu ênfase na fala que “Scott tem um bando”, e ela cortou a onda dele na hora. Malia nós te amamos.

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Ponto 4. Precisamos falar de STYDIA. Polêmico ou não, é inegável que Dylan e Holland sempre tiveram uma química invejável para muitos casais de outras séries aí. Já disse e repito, o sumiço de Stiles contribuiu para Stydia se desenvolver de uma forma inteligente, tendo em conta que Stiles mantinha um relacionamento com Malia anteriormente.

Fora que não foi algo forçado, um beijo de reencontro, um olhar e uma simples fala dizendo “Lydia me levará para Washington, para vermos dormitórios”. Algo simples e que funcionou na história.

Inclusive, Stiles voltou da melhor forma possível, com seu taco de baseball, seu sarcasmo e com soluções inteligentes para coisas que Scott nunca pensaria (tipo, quando ele apagou o fogo do desnecessário Parrish), do jeito que o povo gosta.

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Em meio a uma temporada que aparentemente se passou inteira a noite, o dia apareceu em Beacon Hills e com uma boa trilha-sonora e boas jogadas de cena, deu um certo frescor e um sorriso no rosto de quem acompanha essa cidade desde sua primeira temporada, ou melhor, desde que Stiles chamou Scott para procurar o corpo na floresta.

Stiles manteve sua insatisfação com o repentino fim do ensino médio e o desfecho foi basicamente uma conversa emocionante dos dois amigos (ninguém supera Sciles), e Stiles como sempre, dono das melhores falas e atitudes da série. Agora enfim, podemos dizer, o ensino médio acabou.

A 6A de Teen Wolf termina bem, com uma boa história, um final razoável e um destaque maior para as relações dos personagens. Agora só nos resta esperar até junho, com os últimos 10 episódios e conferir aqui, o que o produtor já revelou sobre a 6B.

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Cinema #Destaque #Hailee Steinfeld

Crítica: “Quase 18”, Hailee Steinfeld brilha em inteligente comédia

“Quase 18” (ou The Edge of Seventeen), é uma comédia adolescente protagonizada por Hailee Steinfeld. O filme tem chamado muita atenção por seus 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e na indicação ao Globo de Ouro para Hailee, como melhor atriz em comédia.

O longa é apresentado como uma comédia, seguindo a vida de uma menina que descobre que seu irmão mais velho está namorando sua melhor amiga e a partir disso, ela entra na famigerada crise existencial.

Porém, isso acaba sendo uma forma errada do filme se apresentar, o que melhora muito a história. O drama é mais presente do que a comédia e o enredo, na verdade segue uma família que vive a 5 anos com problemas de se relacionar, causados pela morte de seu patriarca.

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O foco fica em Nadine, uma menina diferente desde criança e que tinha como ponto de equilíbrio, seu pai e sua amiga de infância. Ela se vê completamente perdida, ao se deparar que perdeu os dois.

Além de possuir uma carga dramática forte, um ponto que foge de outras comédias teens é o fato de que o roteiro não se poupa. Você começa achando que é uma coisa “sessão da tarde” e se depara com palavrões, falas pejorativas, cenas quentes e se “aproximando” do real de ser adolescente.

O roteiro transmite diálogos geniais e cultiva um humor que aparece sem pedir licença nas falas dos personagens, e isso o torna especial, pois a comédia do longa se encontra na ironia/ignorância de Nadine e nas sacadas geniais de seu professor.

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Por falar em Nadine, a garota é extremamente irônica, ao mesmo tempo é egoísta, tem baixa autoestima, ao mesmo tempo tem vícios de stalkear um menino, não se identifica com pessoal da sua idade e se sente velha. Tudo isso e ainda é aquela clássica adolescente que faz tempestade em copo d’água para qualquer coisa.

Hailee Steinfeld brilhou e podemos dizer que o filme foi feito para ela, pensado nela. A garota está no centro do filme todo, como se fosse um completo monólogo de sua vida e ela não deixa a desejar em nenhum momento.

Suas expressões, seu figurino e seu carisma ajudam muito e ela mereceu sim, sua indicação ao Globo de Ouro. Seria um grande desafio para uma atriz, pegar toda essa carga de Nadine e ter de fazer o público se identificar, pois ela consegue. E como falei, o filme foge do convencional, logo qualquer adolescente que estiver assistindo vai se identificar com alguma situação.

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A produção e estética do filme lembra muito Easy A (A Mentira – 2010), que segue uma linha muito parecida, trazendo um drama com muita ironia englobada. E uma curiosidade, o filme de 2010 trouxe Emma Stone como principal e deu para ela, o estrelato e uma indicação ao Globo de Ouro. Hailee caminha na mesma estrada de Emma, nesse quesito.

O filme acima de tudo, consegue trazer reflexão sobre relações interpessoais, mesmo sendo previsível, ele vale a pena.

Lembrando que “Quase 18” entra em cartaz aqui no Brasil, amanhã quinta-feira (2).

Sem categoria #Shadowhunters

Review: Shadowhunters 2×05 – Acontecimentos motivados por uma inesperada morte na série

Shadowhunters chegou no estágio de ser uma série de sucesso, a ponto da emissora dividir sua temporada em duas partes, algo conhecido na maioria das séries.

Porém existem duas formas de caminhar uma temporada que já tem um foco na história, por mais de 20 episódios (no caso, o foco ainda é derrubar Valentim).

A primeira forma é dividir bem os episódios e seguir com uma história bem fechada.

Shadowhunters escolheu a segunda forma, que seria se inspirar um pouco nas novelas, criando subtramas. Não que isso seja ruim, quando bem tratadas, subtramas são ótimas.

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Essa review veio um pouco antecipada, já que ficamos sem ela na semana anterior, então agora vamos destacar os acontecimentos dos episódios 4 e 5 da season 2.

Ponto 1. Na primeira subtrama do ep 4, ouvimos um pouco da história de Magnus, sobre sua solidão e o quanto Camille é importante. Porém o mago não hesitou em se livrar dela. Quem aí não ficou com vontade de saber sobre o que esses dois já passaram juntos, nesses séculos que estão vivos?

Fora que mandar Camille embora, é desperdiçar uma personagem que pode causar muito na trama.

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Ponto 2. Mas indo ao ponto, o ep 4 e 5 foram uma junção de uma subtrama maior, que envolveu de cara, a morte inesperada de Jocelyn. Acho que todo mundo ficou meio chocado com a cena que ela aparece morta e nós se tocamos que quem fez aquilo foi o “Alec”.

Esse foi o principal fator de não ter acontecido uma review na semana passada, eu reclamaria da forma “normal” na qual Clary e Alec enfrentaram isso.

Mas o ep 5 veio para me corrigir, como eu esperava.

Clary encarou do seu modo, procurando formas de ressuscitar a mãe e como sempre, optando por soluções mais idiotas. Já Alec, também encarou do seu modo, aceitando qualquer coisa que reparasse a culpa pelo que fez, mesmo que ele nunca concordasse com isso em outra situação.

(Rimos muito quando a bruxa perguntou se Alec e Clary namoravam)

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Ponto 3. Ambos episódios se destacam, assim como a season 2 da série, pela maturidade e certa ousadia.

A morte de Jocelyn que fugiu totalmente dos livros, a luta na Cidade dos Ossos com mortes extremamente expostas no EP 4, um demônio horrível querendo fecundar Clary e Simon chupando um rato no EP 5. Tudo isso vêm mostrando que a série não está com medo de cenas e situações fortes, espero que isso só aumente.

Agora falando do que podemos esperar: A situação de Simon não está muito favorecida para ele, estamos ansiosos para ver o que a mãe dele vai fazer agora (a série tem andado rápido nessa história).

Outra coisa, Izzy (ainda melhor personagem) vai ter algum arco relacionado com aquele creme que parece mais uma droga. Afinal, ninguém confia no escroto, otário que eu não sei o nome, porém é diretor do instituto.

Fora isso, foram dois episódios bons, com maior destaque para o 5, já que as sequencias na casa da bruxa foram muito bem trabalhadas.

Espero que eles continuem tendo diálogos enquanto lutam, por que isso é muito legal e só nos resta esperar para ver, se teremos mais subtramas ou daremos um fim na já cansativa história com Valentim.

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Teen Wolf #TV

Review: Teen Wolf 6×09 – Um episódio para reviver momentos e chorar muito

Bom, ESTAMOS SEM CHÃO com os acontecimentos dessa semana de Teen Wolf. E começar uma review dizendo que choramos muito com o episódio é meio repetitivo, mas necessário. Afinal a coisa que TW mais fez até então, foi nos emocionar com essa brilhante temporada que chega ao fim de sua primeira parte. (MAS PERA que ainda tem semana que vem)

Como disse na review anterior, a missão desse episódio seria nos encaminhar para o grande final, e foi isso que ele fez, nos mostrou que o caminho para o final seria se lembrar, se lembrar de Stiles.

Ponto 1. O episódio andou por dois enredos, aproveitando os apenas cinco (agora quatro) restantes em Bacon Hills. Enquanto o trio principal se lembrava de Stiles, ficou para Liam e Theo distrair os ghost riders.

Queria ressaltar que a história deu um grande foco para a “redenção” de Theo, desde o primeiro ao último ato do episódio, nas cenas que ele estava presente, o roteiro jogava falas e situações para gostarmos dele.

Eu já gosto de Theo naturalmente. Essa forcinha na redenção não me incomodou ainda, mas não podemos esquecer que Theo é o Theo né. Não adianta esquecer do que ele fez, só para manter Cody Christian no elenco. Mas até então, não incomodou e eu encarei a atitude final dele, como uma prova de confiança para Liam.

Afinal quando se luta com tantos cavaleiros do demônio, um laço se cria automaticamente (e eu até gostei).

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A luta foi boa, mas vale ressaltar que os cavaleiros enfraqueceram durante a temporada. No início eles eram seres sobrenaturais que mal se podia tocar, agora os cara até pega elevador.

Ponto 2. Essa foi a temporada mais fan service de Teen Wolf, falo isso desde a fala do xerife para Scott no final do último episódio e agora com as lembranças.

Ficou muito legal o fato de Scott, Malia e Lydia visitarem as memórias e isso nos trazer cenas memoráveis da série.

Nós morremos de amor com a reprise da cena do Hotel Califórnia, onde Scott pensa em se matar e Stiles segue o amigo.

Isso ainda me pareceu um pouco como uma despedida da série, nós só temos mais 11 episódios de Teen Wolf pela frente e eles conseguiram reviver de uma forma emocionante os momentos marcantes, agora, imagine no final da série.

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Ponto 3. STYDIA ESTÁ VIVO MEUS QUERIDOS. Acompanhando a onda fan service, essa foi a temporada para mostrar Stiles e Lydia juntos. Mas para fazer isso, depois de tantos anos, teria de ser de forma especial. E foi mesmo com Dylan longe que Stydia viveu e nesse episódio, viveu mais do que nunca.

As lembranças de Lydia foram as que tiveram mais tempo em tela e desconsiderando o fato de que a Banshee só precisou de duas palavras para se lembrar, enquanto Scott e Malia quase morreram, ainda assim foi mágico.

A jogada da série em mostrar cenas que indicavam romance entre os dois foi de cortar o coração e quando Lydia finalmente disse que o momento que tudo mudou, foi depois do beijo, MORREMOS.

O final do episódio foi muito bom, com aquela volta de Stiles na luz do túnel e agora, a ruiva finalmente poderá dizer que o ama.

Falando no episódio final, avaliando a promo do 6×10, encontramos mais um fan service com Stiles usando o taco de baseball, a gente ama né.

Ao que parece, teremos muita luta e realmente espero que não decepcione, pois não sei o que esperar do final.

Quer dizer, sei de uma coisa. Tem que ter beijo de Lydia e Stiles.

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Recadinho: Essa review saiu com algumas horas de atraso, mas venho lembrar que semana que vem será especial, pelo último episódio da 6A. Sendo assim, nós teremos DUAS reviews. Isso mesmo.

Antecipadamente na quarta (1), um dia depois da exibição, já vai ter a parte 1, falando sobre o desfecho da história.

E a parte 2, que sairá na quinta (2), nós vamos especular sobre os caminhos que Teen Wolf pode ter na 6B (incluindo a situação de Dylan na história).

Então fiquem ligados no Teen Stars e digam o que vocês estão achando das nossas reviews.

Fan servisse: É quando o roteiro cria situações para agradar a maioria dos fãs da série.

Destaque #Emma Stone

Crítica: “La La Land”, por que todos estão falando tanto do musical favorito ao Oscar?

Nesse início de 2017 não tem se falado em outra coisa ligada a cinema, se não “La La Land”. Regado de prêmios, indicações, elogios e repercussão, o Teen Stars não poderia deixar de falar do filme do momento.

A premissa do filme já é de se apaixonar. Uma garota aspirante a atriz e um rapaz que quer salvar o jazz, vivendo um romance peculiar e em busca dos sonhos numa linda Los Angeles (na verdade, não tão real Los Angeles), tudo isso em forma de musical.

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Musical sempre foi um assunto complexo no cinema. Da mesma forma que nos remete a nomes clássicos como “Grease”, “Chicago”, “Mamma Mia”, “Moulin Rouge” ou “High School Musical”, também nos lembra aquela parte de pessoas com suas famigeradas frases: “não tem nada a ver, um filme onde todo mundo começa a cantar do nada”.

Tendo em vista a atual situação do cinema, os dois últimos musicais apostados por grandes estúdios, “Os Miseráveis” (2012) e “Into the Woods” (2014), apesar do grande elenco, quase passaram despercebidos pelo público. Estava difícil imaginar que um filme musical marcaria a década de 2010, colocando seu nome entre os clássicos citados lá no início, porém “La La Land” já conseguiu esse feito.

Se formos estudar um pouco da história do cinema, veremos uma febre de musicais criados logo quando o cinema ganhou voz nos anos 30. Cantar no filme, era uma forma de aproveitar a nova tecnologia.

Mas obviamente já se passaram quase 100 anos, como poderia alguém reinventar isso?

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“La La Land” homenageia seus antepassados ao trazer músicas de início apostando em coral, aquelas letras indicando as estações no centro da tela, as clássicas danças e ao mesmo tempo inova em pequenas ações.

Vimos um filme que aposta muito mais no instrumental do que na música por voz em si, mesmo que no meio do caminho ele esqueça que é um musical. Único problema visto foi esse, esperávamos mais das clássicas cenas cantadas e dançadas, como as do início. Fico pensando se ouve um medo de exagerar nelas e ter uma rejeição do público por “cantar e dançar demais”.

Outra inovação vem da cena final, onde Mia entra no bar de Sebastian, nesse momento o filme explica o sentido das cenas musicais. E para os mais desatentos, o sentido das cenas musicais era expressar pelas performances, o que se encontra na cabeça dos personagens.

Uma morte horrível para aquele que diz “que não tem sentido em cantar do nada”.

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Grande favorito do Oscar (ou seja, da academia e da crítica) e ainda sim, super querido pelo público, não é um feito fácil para um filme.

Alguns dizem que ele está no Oscar apenas por falar de Los Angeles, de cinema, de arte, falar do que é Hollywood. Pode até ser, mas o filme vai além disso. É um dos filmes mais bonitos de se ver, a fotografia que aposta em muitas cores, ainda com um tom néon muito chamativo, porém básico.

A câmera é utilizada de uma forma diferente, ela acompanha os movimentos físicos dos personagens de perto, tudo em plano sequência. Mas o ponto alto do uso desse plano com câmera, foram nas músicas, destacando aquela cena do garoto pulando na piscina, presente no trailer, ficou sensacional.

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A química de Ryan Gosling e Emma Stone é mágica. Ryan funciona com um ótimo alívio cômico, mas vale ressaltar que Emma reina no filme. O longa já dá um maior foco nela desde o início e podemos dizer que “La La Land” será o grande filme da carreira da jovem.

Emma será uma atriz mais grandiosa ainda e dona de muita admiração, escreve aí. (Destaque para a cena do teste onde ela canta com a câmera focada em seu rosto, não é para qualquer atriz não).

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Por fim, depois que saí da sala de cinema, queria cantar e dançar pelos corredores do shopping, de tão em êxtase que estava. Se você ainda não viu, corre que está em cartaz no Brasil e agora só nos resta esperarmos o Oscar, que com certeza terá cobertura pelo Teen Stars.

– Essa crítica reflete a visão do escritor, não tendo relação com toda a equipe do site.

Cinema #Destaque

Crítica: Assassin’s Creed

Assassin’s Creed uma grande e conhecida franquia de jogos de vídeo game, ganha vida no cinema. No filme conhecemos a história de Callum Lynch, um homem que foi condenado a morte e após supostamente ter sido declarado morto, ele é levado para um lugar chamado Fundação Abstergo, onde descobre que é descendente de uma sociedade secreta os chamados “Assassinos”, e por meio de uma tecnologia ultra moderna chamada Animus, ele acaba descobrindo ser o ancestral de Aguilar, um Assassino espanhol no século XV.

O objetivo dessa Fundação e encontrar a Maçã do Eden, que nada mais é do que uma relíquia antiga que contém o segredo do livre arbítrio da humanidade. E como Aguilar o ancestral de Callum, foi o último a ter conhecimento de onde esse artefato se encontrava, eles usam o Animus para tentar descobrir onde ele se encontra no ano em questão, 2016.

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Particularmente achei o filme um pouco confuso. Claro que vale ressaltar que nunca tive contato ou conhecimento com a franquia do jogo do qual o filme é baseado, mas apesar de ser uma adaptação, e não totalmente semelhante pelo que pesquisei, não consegui identificar bem o propósito do filme. Em muitas cenas fiquei confusa e com dificuldades para entender o enredo da história.

Mas uma coisa é clara, o filme tem ótimos feitos especiais. As cenas de ação, foram de tirar o fôlego, a interação do personagem principal com a máquina que vê o passado de seu ancestral, é muito realista, e as cenas de queda livre, os pulos de prédios em prédios e muito realista e de arrepiar.

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O que também ganhou pontos positivos foram os temos abordados como a violência, e o livre arbítrio. Ambos os temas são abordados durante todo o decorrer da história, e os questionamentos e respostas abordados nele me agradou bastante.

O filme em si pode ser considero bom. Em questão de efeitos especiais, ação, e cenas eletrizantes, o filme é nota 10, e por conta disso, vale a pena assistir, mas se o seu intuito é conhecer a fundo a história, entender o tema do filme, recomendo que leia antes sobre o que se trata a franquia do jogo Assassin’s Creed. Talvez com um conhecimento maior, ou até aderindo a se aventurar jogando, a impressão do filme seja mais positiva do qual eu tive.

“Assassin’s Creed” chega aos cinemas dia 12 de janeiro 2017.