Fomos todos conquistados por Baby no frenético filme “Em Ritmo de Fuga”

Conhecido nos USA como “Baby Driver” e trazido pela Sony ao Brasil como “Em Ritmo de Fuga”, esse filmão da porra está prestes a chegar em nossas vidas, para te arrancar da cadeira do cinema, assim como nós fomos arrancados no ápice da nossa hiperatividade.

Mas do que vocês estão falando TEENSTARS? Nós já assistimos o filme e podemos dizer de início que ele é: 1. Um dos melhores e mais surpreendentes filmes do ano e 2. O filme mais hiperativo EVER.

Ele não para em um segundo! Imagina juntar um musical com um filme de ação? É mais ou menos isso!

Baby é codinome de um garoto que faz serviço de motorista para uma pesada gangue sem escrúpulos de ladrões de banco. O enredo foca na despedida de Baby desse trabalho, já que ele só dirigia para pagar uma dívida com o chefe da gangue.

Mas aí temos que ter uma coisa em mente, como uma clássica gangue de bandidos, eles não deixaram Baby cair fora dessa e aí o filme se divide em duas partes: a primeira, mostrando a construção de Baby como personagem e a segunda, bom falaremos dela mais tarde.

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Ansel Elgort é brilhante

O elenco de “ Em Ritmo de Fuga” é espetacular, mas o foco cai diretamente em Ansel Elgort, o protagonista (Inclusive, ele está no Brasil nesse momento, divulgando o filme).

O trabalho de roteiro + sua atuação brilhante, faz desse o melhor personagem do ator até então. Baby tem um trauma de infância, um acidente que causou as duas principais vertentes do personagem: o extremo talento em dirigir e o fato dele passar todo momento da vida ouvindo músicas em seu fone, para que o chiado que seu ouvido faz (causado pelo acidente) não deixe ele louco.

Além disso, o trauma também causa as peculiaridades presentes nas suas ações e no quanto ele é quieto, o que acaba sendo irônico algumas vezes.

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Já exaltamos bem o Ansel? Então vamos para a segunda parte do filme:

Baby é uma pessoa boa, que aos poucos está caindo na real do mal que essa gangue causa para as pessoas, principalmente quando ele se apaixona por uma garçonete. E é quando Baby chega ao cúmulo de tudo isso, que ele causa uma reviravolta e faz o filme, do meio para o final, se transformar em algo frenético.

Tudo isso com muita música, afinal ele não pode parar de ouvir música, lembra? Nós citamos lá em cima que é como se o filme fosse um musical com ação, porque é como se o diretor/escritor pensasse nas cenas de acordo com a música que está sendo tocada.

Até os tiros e batidas de carro combinam com o som que está sendo rodado. Isso é algo que até então, nós não tínhamos visto em nenhum filme.

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Resumindo, “Em Ritmo de Fuga” é frenético, cheio de reviravoltas, cenas de ação MUITO bem feitas, engraçado, cheio de música e busca uma certa inspiração em clássicos dos anos 90 como “Clube de Luta”, já que ele não se poupa nem nas cenas mais pesadas.

Mas acima de tudo isso, é um filme para você se apaixonar mais ainda por Ansel Elgort e o brilhante trabalho que ele traz nesse brilhante filme de Edgar Wright.

Ficou ansioso pelo filme? Pode se acalmar pois “Em Ritmo de Fuga” chega oficialmente aos cinemas brasileiros nessa quinta (27), ou seja, seu fim de semana está garantido.

 

 

Guilherme Silva

Louco por cultura pop desde que se entende por gente e um coração dividido entre Cinema e Séries. 🎬 Filmes teens dos anos 90, Teen Wolf, Game of Thrones e Selena Gomez são uma combinação perfeita 💜 Me segue no Twitter que eu falo umas coisas super úteis (ou não)

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